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Ônibus que faz a linha Lauro de Freitas/Salvador, atropela mata na orla!

Ônibus que faz a linha Lauro de Freitas/Salvador, atropela mata na orla!
Cenário de tragédia cinematográfica. Assim ficou o trecho entre o supermercado Bompreço e a praia de armação, na tarde de ontem, quando o motorista de um ônibus perdeu o controle do veículo, em alta velocidade, com ele atingiu quatro carros e se precipitou pela ribanceira, até parar com pneus enterrados na areia da praia. A médica Vera Lúcia Mello Ramos de Almeida, 59 anos, morreu esmagada no Peugeot 206 que dirigia.



O rodoviário Gilmar Gonçalves Soares, 46 (motorista do ônibus - placa JLU-9489, da empresa Dois de Julho), Osvaldo dos Santos, 46 (passageiro do coletivo), Maria Regina Pereira, 59, e o filho dela Sandro Herman, 33 (que estavam no Corsa vermelho JOA-1460), Everaldo Oliveira e as filhas Paula, 14, e Marina Oliveira, 6 (estavam no Toyota Corolla preto JPE-8772), e o taxista Elton Pacheco Nascimento, 30 (dirigia o Gol táxi JPT-6647), ficaram feridos; Elton e Sandro, levemente. Everaldo e as filhas foram medicados em clínica privada e passam bem. O rodoviário Gilmar e Osvaldo estão na enfermaria do Hospital Geral do Estado (HGE). Também atendida no HGE, Regina já recebeu alta médica.



O acidente aconteceu pouco depois das 14 horas, começando no sentido Itapuã/Barra, quando era intenso o movimento de veículos e pessoas na área. Segundo testemunhas, logo após o semáforo do Bompreço, o motorista do Toyota-Corolla (estava com as duas filhas), teria reduzido a velocidade para deixar a Avenida Octávio Mangabeira e entrar à direita, quando foi colhido no fundo, pelo ônibus. O Toyota atingiu o bico do meio-fio, à frente, e capotou (dando uma cambalhota para a frente), atingindo o fundo do Corsa (de Regina e o filho).



Desgovernado, o ônibus derrapou cerca de 30 metros pelo canteiro central, até invadir a pista contrária, onde passou por cima do Peugeot, amassando-o ao ponto de arrancar parte do teto. O táxi foi atingido nesse momento, na lateral esquerda.



Morte instantânea – Vera Lúcia estava sozinha no Peugeot e teve morte imediata, nas ferragens. O ônibus, que por pouco não atingiu também um poste de iluminação e um coqueiro, precipitou-se na ribanceira e invadiu a areia, até parar cerca de 100 metros após o primeiro choque. Pessoa que estavam na praia e uma equipe da Salvamar iniciaram o socorro ao rodoviário e Osvaldo, enquanto os outros passageiros, assustados, deixavam o coletivo. Passantes socorreram os ocupantes do Corolla, Everaldo e filhas, e o levaram para uma clínica.



Equipes da Salvar (Corpo de Bombeiros), do grupo de moto da Guarda Municipal, da Transalvador e da Polícia Militar (39ª CIPM - Boca do Rio) resgataram os outros. O taxista e Sandro foram medicados no local, enquanto ambulâncias rompia o engarrafamento com os outros.



O helicóptero da PM só chegou depois que todos haviam sido socorridos e a equipe do Grupamento Aéreo (Graer) saiu sem falar com a imprensa. Segundo o guarda municipal Roberto, integrante de uma equipe que havia acabado de almoçar na Boca do Rio e chegou minutos após as colisões, nos primeiro instantes após o acidente, algumas pessoas chegaram a saquear objetos que caíram dos carros.



Ônibus errado – O coletivo fazia a linha Lauro de Freitas/Terminal da França e não era o adequado para o auxiliar de serviços gerais Anderson Alves Araújo, 20 anos, que seguia para o trabalho e entrou no veículo no ponto defronte ao Aeroclube. “Quando vi, falei com o cobrador que ia descer mais na frente e pegar um Lapa. O motorista estava correndo, tudo isso que aconteceu aí parece que foi em um segundo”, disse Anderson.



Segundo ele, havia cerca de 15 pessoas no coletivo. “Foi uma gritaria geral, pensei que ia morrer. Nasci de novo”, disse, contendo o sorriso ao lembrar de outro desfecho no acidente “Infelizmente morreu essa senhora e outras pessoas se machucaram”, disse, apontando o Peugeot.



O diretor-geral da Agerba, Zilan Costa e Silva, esteve no local com uma equipe. Segundo ele, o veículo foi vistoriado em julho do ano passado e era válida até 31 de julho. “A depender do ano de fabricação do carro, no caso 2006, a vistoria é anual”, informou. Silva disse ainda que a Agerba solicitou exame de alcoolemia no rodoviário. “Segundo a Dois de Julho, ele tem oito anos de empresa, bom comportamento e nunca se envolveu em acidente. Estava na escala normal de trabalho”, relatou.



O acidente interrompeu as pistas por quase três horas e engarrafou o trecho da orla entre o Rio Vermelho e Patamares, o que levou a Transalvador a desviar o trânsito. A pista sentido Barra foi liberada às 16h40 e a outra às 18h20, uma vez que o corpo de Vera Lúcia só foi removido às 18 horas. O marido, filhos e amigos da médica chegaram ao local do acidente cerca de uma hora depois do ocorrido e choraram muito ao lado do corpo.

Fonte Atarde

 
 
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